27.10.05

78. Um trecho da Gramática Filosófica

"59. Para os propósitos de nossos estudos, nunca pode ser essencial que um fenômeno simbólico ocorra na mente e não no papel, de modo que outros possam vê-lo. Somos constantemente tentados a explicar um processo simbólico por meio de um processo psicológico especial, como se a mente “pudesse fazer muito mais nessas questões do que podem os signos."
"Somos desorientados pela idéia de um mecanismo que funciona em meios especiais e, portanto, podem explicar movimentos especiais. Como quando dizemos: este movimento não pode ser explicado pelo arranjo das alavancas."
"Uma descrição do que é psicológico deve ser algo que pode ser, ele próprio, usado como um símbolo."
"Consequentemente, uma explicação de um signo pode substituir o próprio signo. Isso oferece um discernimento importante da natureza da explicação dos signos e revela um contraste entre a idéia desse tipo de explicação e idéia da explicação causal.” (Ludwig Wittgenstein, Gramática Filosófica. Trad. de Luis Carlos Borges, Ed. Loyola, SP, 2003)

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